Número dos candidatos a presidente

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As eleições 2022 já começam a se desenhar, por isso, o eleitor precisa ficar atento ao cenário político para fazer bonito na hora do voto. Nesse momento é muito importante conhecer o número dos candidatos. E entender o que cada um pretende fazer pelo país.

As eleições 2022 parecem distantes, no entanto, o tempo passa rápido. Por isso, é aconselhável que desde já os eleitores fiquem atentos às ações dos candidatos.

tse eleições 2022

Desde já o cenário político está se desenhando e o que acontece hoje vai ajudar a eleger o próximo presidente da República. Mas, para entender o que está acontecendo cabe ao eleitor prestar atenção na ação dos candidatos. Entendendo o que cada um faz no presente, vai ficar mais fácil de votar em 2022.

Agora, de nada adianta o eleitor saber tudo sobre os candidatos se na hora das urnas esquecer o número. Vamos mostrar aqui os números de alguns possíveis candidatos para a presidência da república, segundo a legenda do partido.

Claro, esse cenário pode mudar até 2022, mas essa é a tendência mais certa para quem acompanha os bastidores da política. O legal das eleições é que o eleitor não precisa nem mesmo saber o número de cor, pois é permitido colar.

Eleitor você pode anotar o número dos seus candidatos em um papel e levar para a votação, para não fazer confusão na hora das urnas. Nessa eleição você vai votar para presidente, governador, senador, deputado estadual e deputado federal.

Aqui nós vamos ver alguns possíveis números para os candidatos a presidente da república. Acompanhe, memorize e se quiser, anote! Além dos números, vamos analisar também o que cada um tem feito até aqui e suas probabilidades de ser o próximo presidente do Brasil.

Número dos candidatos – Jair Bolsonaro (PSL)

Jair Bolsonaro (PSL) provavelmente vai tentar a reeleição. Ele venceu as eleições 2018 com o número 17, e não há qualquer previsão de que ele saia do PSL. O número 17, inclusive, ainda está enraizado na cabeça da população. Tanto dos que votaram nele, quanto daqueles que não votaram.

Seguir com o número 17 pode ser ainda uma tática de campanha, é um número que as pessoas já conhecem, que se tornou popular na mente do povo. Este provavelmente seja o número do atual presidente Jair Bolsonaro.

Bolsonaro é o candidato mais polêmico do cenário político. Há quem o ame e quem o odeie. Mas certamente ele não passa despercebido

Segurança

Eleito com a promessa de melhorar a segurança pública e livrar o Brasil da corrupção, o presidente já iniciou o mandato mostrando serviço. Nomeou o juiz Sérgio Moro da Operação Lava Jato, famosa por ser a operação que mais prendeu políticos e empresários corruptos da história do Brasil, para ministro da justiça. Moro já apresentou o projeto anticrimes que visa combater a corrupção e o crime organizado dentro dos presídios, entre outros.

Ele também já facilitou ou armamento da população. Ambas as medidas são promessas de campanha defendidas por parte da população, mas temidas pela outra parte. Para muitos os projetos vão somente aumentar a violência.

Passado polêmico

Bolsonaro não é polêmico por acaso, ele ficou conhecido no meio político pelas suas frases fortes, chamadas por parte da população de discurso de ódio.

O presidente que diz não ser homofóbico, já afirmou no passado que: “filho gay é falta de porrada”, “vizinho gay desvaloriza o prédio”.

O presidente que também diz não ser machista disse à deputada Maria do Rosário “Só não te estupro porque você não merece”. Ele entende também que as mulheres devem receber salários mais baixos do que os homens porque engravidam.

Educação

Voltando ao presente, como presidente, Bolsonaro segue sendo polêmico. Ele cortou 30% das verbas destinadas a manutenção das universidades públicas federais. Com esse dinheiro diversas instituições já anunciaram que vão fechar as portas por não ter como pagar as despesas básicas de luz, água, limpeza, manutenção.

Entre as instituições que devem fechar até agosto estão: Universidade Federal de SC, Universidade Federal da Bahia, Universidade Federal do Pampa, Universidade Federal de Goiás e Universidade Federal do Rio Grande do Norte já anunciaram que vão fechar as portas.

O presidente também deseja que o projeto Escola sem Partido seja aprovado para acabar com a suposta doutrinação ideológica em sala de aula. Ele incentiva alunos a filmarem professores em sala de aula e entregarem os vídeos ao governo que vai passar as filmagens para a polícia. Para muitos, essa atitude é vista como censura, típica de ditaduras militares. Para outras é uma forma de manter a imparcialidade nas escolas.

Reforma da Previdência

Outra polêmica do governo é a Reforma da Previdência, que visa aumentar o tempo de aposentadoria e reduzir o benefício em diversas situações. O governo pretende aprovar a Reforma ainda este ano. Mas a maioria da população é contrária ao projeto.

Damares

A ministra da Mulher, Damares Regina Alves, faz declarações que agradam religiosos mas preocupa grande parte dos professores. Para ela a teoria da evolução é apenas uma teoria, tão válida quanto a história de Adão e Eva. E ela acredita que ambas as teorias devam ser estudadas ‘em pé de igualdade’ nas escolas.

Ela também é contrária ao debate de gênero nas escolas e está travando uma luta mundial contra a legalização do aborto.

Número dos candidatos – João Doria (PSDB)

O governador de São Paulo João Doria é um forte candidato para disputar as eleições de 2022. Apesar das recentes brigas com o PSDB a tendência é que Doria siga no partido. Se isso acontecer, provavelmente João Doria dispute a presidência da República com o número 45. E com grandes chances de vitória.

João Doria (PSDB) eleições do 2022
O candidato mais forte para eleições presidenciais do 2022

Olhando somente os números eleitorais, a trajetória de Doria é de um vencedor. Ele venceu com facilidade as eleições para a prefeitura de São Paulo em 2016. Já em 2018 chegou ao governo de forma natural.

No entanto, analisando os números de ambas as gestões os resultados não são tão animadores. Doria fez o que para parte da população era considerado necessário na prefeitura de São Paulo. Já para outra parte da população foi considerado um absurdo. Doria cortou verbas de áreas fundamentais para o povo. O corte foi de 20,7% na verba destinada para a saúde. Contingência de recursos de 43,5% no investimento em cultura. Além disso, Doria também fez cortes de 44,5% na área ambiental. Em saneamento básico, os cortes chegaram a 25%.

Em contrapartida, o então prefeito investiu bastante em segurança pública e ‘comprou’ uma guerra para manter a cidade limpa e livre de pichadores. A atitude foi elogiada por alguns e criticada por outros.

Como governador, já no primeiro mês de governo, Doria sancionou o projeto de lei que criminaliza movimentos sociais. E está tendo um governo marcado pela forte repressão aos protestos.

Doria defende as privatizações, inclusive das penitenciárias, é a favor das Reformas como a de previdência e do investimento em segurança pública para manter a lei e a ordem. E não tem medo de cortar recursos para as áreas de saúde e educação públicas. Desde que seja para equilibrar as finanças.

Esse é um dos fortes candidatos e pode ser o novo presidente do Brasil em 2022. Por isso, é preciso ficar atento em suas ações hoje.

Número dos candidatos – Fernando Haddad (PT)

O Fernando Haddad já anunciou que vai tentar novamente competir a presidência da república. Ele não pretende sair do PT, portanto, deve ir com o número 13. Ele é o candidato mais forte da esquerda.

Para as eleições de 2022, Haddad já demonstrou que sua tática é tentar se distanciar do ex-presidente Lula, e mostrar que tem personalidade própria. E está pronto para ser o novo presidente do Brasil.

Haddad espera seguir os passos da ex-presidente Dilma Rousseff. Ele planeja ampliar os investimentos em educação. Investir para fortalecer os programas sociais como o Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida e o ProUni – (Programa Universidade para Todos).

O candidato tem uma forma diferenciada de ver o Brasil, Haddad é contrário às Reformas, às privatizações, e ao corte de verbas para as áreas de saúde e educação. Ele acredita no ‘Estado do Bem Estar Social’.

Para ele, cabe ao governo transformar os impostos em programas eficientes para a saúde, educação, segurança, saneamento. Para Haddad deixar de investir nessas áreas básicas, vai fazer com que somente as pessoas com maior poder aquisitivo tenham mais acesso a saúde e educação. O que pode aumentar a desigualdade social.

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